Favoritos de 2014 (em construção)

terça-feira, 12 de junho de 2018

Resenha || Mamãe & Eu & Mamãe, de Maya Angelou

Rosa dos Tempos, 2018 || 176 páginas || Skoob
Sinopse: Separados pela guerra, ligados pela memória: uma história envolvente e instigante no rastro da Segunda Guerra Mundial. Na Praga do pré-guerra, Lenka, uma jovem estudante de arte, apaixona-se por Josef, um médico recém-formado. Eles vivem cheios de ideais e de sonhos para o futuro, mas também são judeus e muito ligados à família. Casam-se, mas, pouco tempo depois, como tantas outras famílias, são separados pela guerra. As escolhas impostas pelo destino os afastam, mas deixam marcas permanentes: o caos e as informações truncadas dos tempos de guerra os levam a crer que o outro morre. Na América, Josef torna-se um obstetra bem-sucedido e constrói uma família, apesar de nunca esquecer a mulher que acredita ter morrido. No gueto de Terezín, Lenka sobrevive graças aos seus dotes artísticos e à memória de um marido que julgava nunca voltar a ver. Apesar de todas as provações e dos infortúnios, mantém a chama daquele primeiro amor acesa, guardada em seu coração. Da glamorosa vida em Praga antes da ocupação aos horrores da Europa nazista, Um Amor Perdido explora o poder do primeiro amor, a resiliência do espírito humano e a eterna capacidade de recordar.

RESENHA ✍

Esse é um livro autobiográfico da escritora e poetisa americana Maya Angelou, nascida no Missouri em 1928. Ela é autora de diversos livros, entre coleções de poesia, romances e ensaios, além de diversos volumes autobiográficos, como é o caso deste aqui. Esse foi meu primeiro contato com a Maya, apesar de já ter ouvido bastante sobre ela. Já estava na hora de conhecer sua escrita e, mais que isso, sua história. Pois, meus amigos, ela tem muito a contar!
"Vou cuidar de você e de qualquer pessoa que você disse que precisa de cuidados, da maneira como você disser. Estou aqui. Trouxe todo o meu ser até você. Eu sou a sua mãe."

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Resenha || Um Amor Perdido, de Alyson Richman

Bertrand Brasil, 2018 || 336 páginas || Skoob
Sinopse: Separados pela guerra, ligados pela memória: uma história envolvente e instigante no rastro da Segunda Guerra Mundial. Na Praga do pré-guerra, Lenka, uma jovem estudante de arte, apaixona-se por Josef, um médico recém-formado. Eles vivem cheios de ideais e de sonhos para o futuro, mas também são judeus e muito ligados à família. Casam-se, mas, pouco tempo depois, como tantas outras famílias, são separados pela guerra. As escolhas impostas pelo destino os afastam, mas deixam marcas permanentes: o caos e as informações truncadas dos tempos de guerra os levam a crer que o outro morre. Na América, Josef torna-se um obstetra bem-sucedido e constrói uma família, apesar de nunca esquecer a mulher que acredita ter morrido. No gueto de Terezín, Lenka sobrevive graças aos seus dotes artísticos e à memória de um marido que julgava nunca voltar a ver. Apesar de todas as provações e dos infortúnios, mantém a chama daquele primeiro amor acesa, guardada em seu coração. Da glamorosa vida em Praga antes da ocupação aos horrores da Europa nazista, Um Amor Perdido explora o poder do primeiro amor, a resiliência do espírito humano e a eterna capacidade de recordar.

RESENHA ✍

Lenka é uma jovem estudante de arte na Praga pré-guerra; quando conhece Josef, o irmão mais velho de sua melhor amiga, Lenka se apaixonada perdidamente pelo rapaz. Recíproco, o amor que eles sentem um pelo outro só aumenta, e enquanto descobrem esse novo e arrebatador sentimento e a si mesmos, a Segunda Guerra Mundial se aproxima.

Com as dificuldades cada vez piores e o ar sufocante de um país prestes a ser invadido, eles se casam e planejam viajar até a América. Mas uma reviravolta inesperada faz com que Josef empreenda a viagem sozinho, deixando Lenka, e esse era seu desejo, para trás com toda sua família.

Na América Josef, não sem dificuldades, continua seus estudos na medicina. Em um campo de concentração, Lenka e sua família sofrem as mais crués humilhações e privações. Um acredita que o outro está morto. Décadas depois, eles se reencontram.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Resenha || Aos Dezessete Anos, de Ava Dellaira

Editora Seguinte, 2018 || 448 páginas || Skoob
Sinopse: Em seu novo romance arrebatador, a autora de Cartas de amor aos mortos apresenta uma mãe e uma filha que precisam compreender o passado para poder seguir em frente. Quando tinha dezessete anos, Marilyn viveu um amor intenso, mas acabou seguindo seu próprio caminho e criando uma filha sozinha. Angie, por sua vez, é mestiça e sempre quis saber mais sobre a família do pai e sua ascendência negra, mas tudo o que sua mãe contou foi que ele morreu num acidente de carro antes de ela nascer. Quando Angie descobre indícios de que seu pai pode estar vivo, ela viaja para Los Angeles atrás de seu paradeiro, acompanhada de seu ex-namorado, Sam. Em sua busca, Angie vai descobrir mais sobre sua mãe, sobre o que aconteceu com seu pai e, principalmente, sobre si mesma.

RESENHA ✍

Angie tem dezessete anos quando descobre uma fotografia entre as coisas de sua mãe; na foto, um casal aparentemente feliz curte um dia de sol. Seus pais. James, de quem herdou tantos traços. O pai que ela nunca conheceu e que morreu antes mesmo de ela nascer. Mas essa foi a história que sua mãe contou e Angie, depois de encontrar uma informação valiosa, acredita que ele pode estar vivo. Decidida a encontrar o pai e saber mais sobre a própria história, Angie e Sam, seu ex-namorado e melhor amigo, vão juntos até LA, a Cidade dos Anjos, lugar que há tantos anos fora o cenário de uma breve porém marcante história de amor.

Em paralelo conhecemos Marilyn quando tinha dezessete anos e, mais uma vez, se mudava com a mãe para uma nova vizinhança. E é nesse novo lugar que ela conhece James, por quem se apaixona. Tentando lidar com a pressão vinda da mãe para que ela se torne uma super modelo, ela encontra em James algo muito próximo da liberdade, e sente que sua vida pode finalmente começar a dar certo. O amor que sentem um pelo outro só aumenta, assim como os planos para o futuro. Até que uma noite muda tudo.
“Algumas feridas nunca vão fechar, nunca vamos aceitar algumas perdas. Mas é preciso deixar que isso tudo seja a força que te motiva, não uma desculpa pra não fazer nada.”

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Diário de Leitura #41 a #43 | Como Falar com Garotas em Festas, Mulheres de Cinzas e Um Amor Perdido



Olá, leitores! Primeiramente quero pedir desculpas pela inconstância nos posts aqui no blog; juro que venho tentando manter as resenhas em dia, mas esse mês foi quase impossível atualizar aqui devido aos trabalhos da faculdade e também ao estágio. Mas apesar de não estar escrevendo tanto por aqui, o instagram do blog é atualizado quase que diariamente, e lá mostro tudo o que leio e também todos os livros novos que vão chegando, então acompanhem lá: @umaleitoravorazblog. Ah, tem sorteio rolando!

O último post de diário de leitura foi do livro #30 ao #33, que correspondem a Maresi, Me Chame Pelo Seu Nome e Coragem. Vocês podem conferir AQUI. De lá pra cá já fiz outras 13 leituras (yay) e estou bem feliz com o ritmo que tenho mantido. Como alguns desses livros já foram resenhados, vou falar sobre três deles que ainda não foram.


Como Falar com Garotas em Festas, de Neil Gaiman - adaptação para GN de Fábio Moon e Gabriel Bá (Quadrinhos da Cia).


Eu li esse conto do Neil Gaiman há uns 4 anos atrás e lembro que achei bem confuso na época, e que não gostei muito não. Quando apareceu a oportunidade de ler essa GN com arte de dois quadrinistas brasileiros tão legais, não hesitei. Infelizmente, a história continua ruim, mas valeu muito a leitura pela arte incrível desses dois. Já quero conferir outros quadrinhos deles :)

terça-feira, 8 de maio de 2018

Resenha || O Menino que Falava a Língua dos Cães, de Joanna Gruda

Bertrand Brasil, 2018 || 272 páginas || Skoob
Sinopse: Certas vidas são tão surpreendentes que não poderiam ter sido inventadas. É o caso da vida de Julian Gruda, aliás, Jules Kryda, aliás, Roger Binet. Como é possível que aos 14 anos um menino já tenha tido tantas identidades? Que tenha vivido com tantas famílias diferentes sem ser desmascarado? Que tenha atuado como agente secreto da Resistência? Como pode ter crescido em um orfanato se tem pelo menos duas mães? E, sobretudo, onde aprendeu a falar a língua dos cães, o que causa tanta admiração em seus colegas? Ao contar em forma romanesca a história verídica de seu pai, Joanna Gruda descreve uma infância incomum, que começa em Varsóvia no início da guerra e termina na Paris liberta. Pelos olhos de Jules, desfilam diante de nós os dias mais desoladores do século passado, narrados com veracidade e vivacidade ímpares. É a guerra como se estivéssemos presentes, contada sem o menor sentimentalismo, tornando ainda mais palpável o caráter trágico desses anos sombrios. Mas este relato cativante é antes de qualquer coisa a história de um menino que preserva sua capacidade de se surpreender diante das reviravoltas do destino. Movido por uma inabalável esperança, ele nos dá uma extraordinária lição de sobrevivência  


RESENHA ✍

Neste livro vamos conhecer Julian Gruda, um garoto de 14 anos, filho de Poloneses e comunistas, ativistas na luta contra o autoritarismo de Hitler, e que em meio a Segunda Guerra Mundial tem sua vida revirada, mudando-se de casa em casa e até de identidade inúmeras vezes.

Apesar das reviravoltas de sua vida, de passar necessidades e nunca parar em um local especifico, Julian é um menino experto, inteligente e engajado na causa comunista desde sua infância, chegando até a se tornar espião para o partido.

Eu, como grande curiosa sobre tudo a Segunda Guerra Mundial que sou, logo que tomei conhecimento sobre O Menino Que Falava a Língua dos Cães e vi que poderia solicitá-lo para o Grupo Editorial Record, não poderia deixar de fazê-lo, pois fiquei muito curiosa com sua sinopse e principalmente seu título.

Resenha || Asiáticos Podres de Ricos, de Kevin Kwan

Editora Record, 2018 || 490 páginas || Skoob
Sinopse: Best-seller internacional que inspirou uma das mais aguardadas adaptações cinematográficas do ano. Quando Rachel Chu chega a Cingapura com o namorado para o casamento de seu melhor amigo, imaginava passar dias tranquilos com uma simpática família. Só que Nick não mencionou alguns detalhes, como o fato de sua família ter muito, muito dinheiro, que ela viajaria mais em jatinhos particulares do que de carro e que caminhar de mãos dadas com um dos solteiros mais ricos da Ásia era como ter um alvo nas costas. Logo, Rachel percebe que não será poupada das fofocas e intrigas. Isso sem falar na mãe de Nick, uma mulher com opiniões bem fortes sobre com quem o filho deve – ou não – se casar. Um passeio pelos cenários mais exclusivos do Extremo Oriente – das luxuosas coberturas de Xangai às ilhas particulares do mar da China Meridional –, Asiáticos Podres de Ricos é uma visão do jet set oriental por dentro. Com seu olhar satírico, Kevin Kwan traça um retrato engraçadíssimo do conflito entre os novos-ricos e as famílias tradicionais em seu romance de estreia, que já fez milhares de leitores chorarem de tanto rir no mundo todo.  

RESENHA ✍

Asiáticos Podres de Ricos é o primeiro romance publicado de Kevin Kwan, nascido em Cingapura. O livro anda fazendo bastante barulho desde seu lançamento lá fora, em 2013. Agora os leitores brasileiros finalmente terão a oportunidade de ler também, nesta linda edição publicada pela Editora Record. E aproveitem para ler logo, pois em breve teremos a adaptação nos cinemas :)

Neste livro conhecemos Rachel Chu, uma economista e professora universitária de Nova York cujo namorado, Nicholas Young é o herdeiro bilionário de uma família abastada de Cingapura. Mas ela não sabe disso ainda! Em dois anos de namoro Rachel nunca conheceu a família do namorado, então quando ele a convida para o casamento de seu melhor amigo em Cingapura, ela aceita, meio temerosa, afinal ela poderá conhecer os sogros e saber mais sobre a vida de Nick.

Quando Eleanor Young descobre que o filho está namorando e, pior, levará a tal para conhecer a família, logo começa a maquinar um plano para acabar com aquele romance despropositado. Afinal, seu filho irá herdar um império, ele é um Young, e os Youngs não se misturam com qualquer um. Seu filho só pode ter enlouquecido! E essa tal de Chu... É uma ninguém, uma simples professora de Nova York que certamente quer colocar as mãos no dinheiro do seu amado filho. Não, ela não irá sossegar até ver a garota voltar com o rabo entre as pernas. E ela não é a única a querer o fim desse relacionamento.
"- Não faço a menor ideia de quem essas pessoas são. Mas uma coisa eu posso garantir: essa gente é mais rica do que Deus."

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Resenha || A Outra Sra. Parrish, de Liv Constantine

HarperCollins Brasil, 2018 || 432 páginas || Skoob
Sinopse: Amber Patterson não aguenta mais. Está cansada de ser uma ninguém: uma mulher sem graça e invisível que não se destaca na multidão. Ela merece mais – uma vida de dinheiro e poder como a que Daphne Parrish, a deusa loira dos olhos azuis, tem e não valoriza. Para todos na pequena cidade de Bishops Harbor em Connecticut, a socialite e filantropa Daphne e seu marido Jackson, o magnata do mercado imobiliário, são um casal que parece recém-saído de um conto de fadas. A inveja de Amber poderia consumi-la por dentro... Se ela não tivesse um plano. Amber usa da compaixão de Daphne para se inserir na vida da família – o primeiro passo de um esquema meticuloso para destruí-la. Em pouco tempo, ela se torna a amiga mais próxima de Daphne, vai para a Europa com os Parrish e suas duas belas filhas, e se aproxima de Jackson. No entanto, um fantasma de seu passado pode destruir tudo que ela construiu e, se seu segredo for descoberto, seu plano perfeito pode ir por água abaixo. Com reviravoltas chocantes e segredos tão profundos que te deixarão tentando adivinhá-los até o final da história, A Outra Sra. Parrish é um thriller repleto de emoções e completamente viciante, escrito por mãos diabolicamente imaginativas.  

RESENHA ✍

A Outra Sra. Parrish foi escrito à quatro mãos pelas irmãs Lynne e Valerie Constantine. O thriller psicológico foi publicado pela primeira vez em 2017 e, mesmo antes de seu lançamento, já causava certa expectativa nos leitores e fãs do gênero. Em 2018 a HarperCollins Brasil lançou o livro por aqui, e o efeito está sendo o mesmo.

Neste livro vamos conhecer Amber Patterson, uma mulher oportunista que está de olho em sua próxima vítima. E desta vez ela se certificará de que tudo dê certo. Enquanto tenta manter seu passado misteriosos em segredo e sustenta a fachada de boa moça competente no emprego como secretária em uma corretora de imóveis, Amber faz de tudo para manter as aparências enquanto manipula todos a sua volta.

Sua vítima da vez é Daphne Parrish, esposa do famoso milionário e magnata do mercado imobiliário Jackson Parrish. Dona de uma beleza estonteante, estilo refinado e mãe de duas lindas crianças, Daphne é tudo o que Amber não é, mas fará de tudo para ser. Afinal, Daphne teve sua chance de aproveitar todas as riquezas e a vida fácil durante mais de uma década, agora é a vez de Amber...
"O que ela queria de Daphne era tudo."