Editora: Outro Planeta
Ano de lançamento: 2016
Páginas: 272
Sinopse: Quando Matheus aceitou acompanhar Beatriz na festa do colégio, jamais imaginou que terminaria a noite participando de um ritual místico (de veracidade duvidosa) para saber o que o futuro reservava para ele e a amiga. Assim que as velas que os cercavam se apagam e uma resposta esquisita encerra a cerimônia, Beatriz leva o resultado a sério e entende que deve fugir da cidade pequena para se encontrar com seu destino nas ruas da capital de São Paulo. Perdido no meio de tudo, Matheus é obrigado a repensar o que considera certo ou errado quando é convidado para participar do plano maluco de fuga e decide que precisa passar por cima dos limites impostos pelos pais para finalmente ser capaz de entender quem realmente é. Os dois amigos partem sozinhos para São Paulo e carregam consigo não somente as malas nas costas, mas também o peso de todos os problemas que achavam que estavam deixando para trás. Sem ter ideia do que estão enfrentando, Matheus e Beatriz descobrem mais sobre si mesmos, criam, quebram laços e encaram desafios que jamais pensaram que confrontariam enquanto contavam as moedas para realizar esse grande plano que iria mudar suas vidas para sempre.
Nesse livro vamos conhecer Matheus, um garoto de 16 anos que se mudou com seus pais e irmã para uma cidade pequena no interior de São Paulo após a morte de seu irmão.
Matheus é viciado em desenho e histórias em quadrinho, não é popular e tem pouquíssimos amigos; sua melhor amiga se chama Beatriz, por quem ele tem uma queda desde sempre; numa noite ele vai a uma festa junina de fim de semestre em sua escola, muito a contra gosto, só para fazer companhia para sua amiga.
Em certo momento da noite, eles ficam bêbados e acabam indo junto com dois amigos, Ivo e Fernanda, para a casa da menina, para participar de um ritual muito bizarro, que promete revelar o futuro dos dois.
"Apesar de não acreditar totalmente no que estávamos fazendo, eu tremia. Puxei todo o ar que podia para meus pulmões e respirei fundo para tentar controlar meu corpo, pois não queria transparecer o que estava sentindo. Tentei convencer a mim mesmo de que tudo aquilo não passava de uma brincadeira que adolescentes levemente bêbados estavam fazendo para matar o tédio."