
Record, 2017 || 192 páginas || Skoob
Sinopse: Genuíno Jesus Cristóvão do Amanhã nunca gostou de ler, mas sempre gostou dos livros. Frequentador assíduo da livraria do seu Velhinho Livreiro, formou imensa biblioteca. Após conhecer e se apaixonar por Constança, editora-chefe de uma ONG sueca ligada à Unesco, resolve escrever – para conquistar o coração da amada – o seu primeiro e único livro: O livro dos títulos .
Ator, dramaturgo e roteirista de televisão, Pedro Cardoso – o eterno Agostinho de A grande família – apresenta-nos, neste seu primeiro romance, uma nova faceta de sua genialidade. Explorando de forma original e surpreendente o seu dom para o humor, revela uma visão que é, ao mesmo tempo, crítica do mundo insano em que vivemos, mas também delicada sobre o que nos torna humanos.
Nas palavras do autor: “Este livro foi escrito sob o impacto de uma profunda preocupação com o futuro do Brasil; mas não é só disso que ele trata, porque nunca a vida é monotemática. Há nele também perplexidade diante da linguagem, fascínio pelo amor romântico e respeito para com a loucura; vale-se de uma distopia irônica para confirmar a esperança; e aposta na crença de que o humor é um bálsamo para todos os nossos males.”.
RESENHA ✍
O Livro dos Títulos é o primeiro romance do ator e dramaturgo Pedro Cardoso, mais conhecido por interpretar o personagem Agostinho Carrara no seriado A Grande Família, que ficou no ar por 13 anos, papel que lhe rendeu uma indicação ao Emmy Internacional como melhor ator.
Neste livro conhecemos Genuíno Jesus, um jovem simples que nunca conseguiu ler um livro (as palavras nunca fixavam em sua mente ou pareciam fazer sentido), mas sempre adorou os livros. Passava horas na livraria admirando centenas de exemplares, e levando alguns para sua própria coleção; pois apesar de não conseguir ler os livros, Genuíno simplesmente não conseguia ficar longe deles. Eram seu maior vício.
E passava horas com um livro na mão, fingindo ler enquanto sua mente já estava bem longe. E foi essa sua mania de andar sempre com um livro na mão que o aproximou de Constança, uma jovem rica que, depois de uma conversa sobre um livro que ele nunca leu, o cativou rápida e profundamente. Mas ela tem sua própria vida, um namorado e um futuro brilhante, bem longe de Genuíno. Mas ele não quer saber, e continua fantasiando sobre sua amada e sobre o futuro deles, colocando todas as suas esperanças nesse romance fictício... E é exatamente isso que ele faz, arrebatado pela possibilidade de conquistar o amor daquela mulher: ele começa a escrever um livro.
Neste livro conhecemos Genuíno Jesus, um jovem simples que nunca conseguiu ler um livro (as palavras nunca fixavam em sua mente ou pareciam fazer sentido), mas sempre adorou os livros. Passava horas na livraria admirando centenas de exemplares, e levando alguns para sua própria coleção; pois apesar de não conseguir ler os livros, Genuíno simplesmente não conseguia ficar longe deles. Eram seu maior vício.
E passava horas com um livro na mão, fingindo ler enquanto sua mente já estava bem longe. E foi essa sua mania de andar sempre com um livro na mão que o aproximou de Constança, uma jovem rica que, depois de uma conversa sobre um livro que ele nunca leu, o cativou rápida e profundamente. Mas ela tem sua própria vida, um namorado e um futuro brilhante, bem longe de Genuíno. Mas ele não quer saber, e continua fantasiando sobre sua amada e sobre o futuro deles, colocando todas as suas esperanças nesse romance fictício... E é exatamente isso que ele faz, arrebatado pela possibilidade de conquistar o amor daquela mulher: ele começa a escrever um livro.
"Eu nunca gostei de ler, mas sempre gostei de livros. Quando era jovem, e cria que toda a gente prestava atenção em mim o tempo todo, eu carregava sempre um livro comigo e fingia ler. Eu acreditava que, sendo um grande leitor, ninguém jamais sentiria pena de mim por eu estar constantemente sozinho. O livro me protegia da piedade dos outros."