
Verus, 2018 || 288 páginas || Skoob
Sinopse: Vivian Carter está cansada. Cansada da direção da escola, que nunca acha que os jogadores do time de futebol estão errados. Cansada das regras de vestuário machistas, do assédio nos corredores e dos comentários babacas dos caras durante a aula. Mas, acima de tudo, Viv está cansada de sempre seguir as regras.
A mãe de Viv era dura na queda, integrante das Riot Grrrls nos anos 90. Inspirada por essas histórias, Viv pega uma página do passado da mãe e cria um fanzine feminista que distribui anonimamente para as colegas da escola. É só um jeito de desabafar, mas as garotas reagem.
Logo Viv está fazendo amizade com meninas com quem nunca imaginou se relacionar. E então ela percebe que o que começou não é nada menos que uma revolução feminista no colégio.
RESENHA ✍
Inspirada pela caixa que encontra com memórias da juventude rebelde da mãe, que foi integrante do grupo Riot Grrrls, grupo feminista que nunca deixaria absurdos assim passarem sem fazer algo para mudar, Viv resolve fazer alguma coisa, e em anonimato ela cria uma fanzine (jornais de pequena circulação), e aí surge a MOXIE, onde ela vai expor os problemas da escola e incentivar as outras garotas a se unir contra as injustiças e o assédio no lugar.
Não demora muito para que a Moxie comece a gerar burburinho na escola, e de repente Viv está fazendo amizades com meninas que nunca falou antes, descobrindo muito sobre o movimento feminista e as personalidades mulheres que lutam e lutaram tanto pela causa. Logo, as meninas estão se unindo, fazendo sua vozes serem ouvidas, mesmo quando os líderes do colégio tentam abafar cada caso, para não prejudicar os garotos. Elas estão cansadas do silêncio. As Moxie jamais abaixarão a cabeça novamente, gostem eles ou não.