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sábado, 8 de outubro de 2016

A Garota do Calendário #4 - Abril, de Audrey Carlan

A Garota do Calendário - AbrilAutora: Audrey Carlan
Título original: The Caledar Girl - April
Editora: Verus
Ano: 2016
Skoob
Sinopse: Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato.

A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil.
Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser...
O cliente de abril é o astro do beisebol Mason Murphy, de Boston, que precisa de Mia a seu lado para melhorar sua imagem com os patrocinadores. Mason não está acostumado a ouvir “não” de mulher alguma, e Mia vai representar o desafio supremo para ele

No quarto volume da série A Garota do Calendário, nossa querida protagonista Mia Saunders vai se ver no paraíso em Boston. Mais precisamente no meio de um time de beisebol recheado de homens lindos.

O cliente dessa vez é Mason Murphy o astro do time de beisebol, Red Sox. Apesar de estar passando por uma ótima temporada a imagem de Mason não é das melhores. Preocupados com a negatividade dessa imagem, a agência de publicidade de Mason contrata Mia para se passar por namorada de Mason e dar um ar de compromisso ao jogador. Para ver em que o “relacionamento” entre Mason e Mia e no que isso pode influenciar os negócios, a agência encarrega Rachel Danton a relações públicas, para supervisionar os dois.

Mason é o típico jogador famoso, jovem, bonito, sarado, rico, festeiro, mulherengo e mal-educado. Como tem tudo o que quer facilmente, Mason não se preocupa com a forma de falar com as pessoas o que acaba machucando os que estão mais próximos.
“Sim, a porra do vestiário. Homens seminus e alguns completamente nus, dignos de fazer qualquer uma salivar, estavam por ali, falando besteira e se preparando para o jogo. Se fosse outra garota qualquer, teria coberto os olhos, ou pelo menos tentado fingir ser recatada. Mas não eu. Cobicei aqueles caras como um adolescente pervertido observando de binóculo, atrás da cortina, a vizinha mais velha e sexy trocar de roupa."