Editora Seguinte, 2018 || 398 páginas || Skoob
Sinopse: Primeiro volume de uma trilogia fantástica, em que dragões e humanos estão em guerra — e cabe a uma garota matar todos eles.
Quando era criança, Asha, a filha do rei de Firgaard, era atormentada por sucessivos pesadelos. Para ajudá-la, a única solução que sua mãe encontrou foi lhe contar histórias antigas, que muitos temiam ser capazes de atrair dragões, os maiores inimigos do reino. Envolvida pelos contos, a pequena Asha acabou despertando Kozu, o mais feroz de todos os dragões, que queimou a cidade e matou milhares de pessoas — um peso que a garota ainda carrega nas costas. Agora, aos dezessete anos, ela se tornou uma caçadora de dragões temida por todos. Quando recebe de seu pai a missão de matar Kozu, Asha vê uma oportunidade de se redimir frente a seu povo. Mas a garota não vai conseguir concluir a tarefa sem antes descobrir a verdade sobre si mesma — e perceber que mesmo as pessoas destinadas à maldade podem mudar o próprio destino.

RESENHA ✍
Neste livro vamos conhecer Asha, uma jovem que cresceu marcada por uma tragédia que transformou sua vida e a tornou uma caçadora de dragões muito temida. Quando ainda era uma garotinha, ela tinha pesadelos recorrentes; sua mãe, após inúmeras buscas por meios que pudessem ajudá-la, todos falhos, começou então a lhe contar histórias antigas sobre dragões, histórias essas há muito proibidas pelo pai da menina, o Rei-Dragão, que tinha o poder de destruir quem as contasse; Porém, percebendo que as histórias estavam ajudando com os pesadelos de sua filha, a mãe de Asha continuou contando-as, até que veio a falecer, vítima de uma doença fatal e misteriosa.
Ao crescer, Asha continua a contar as histórias ensinadas
por sua mãe a si mesma pois sentia uma imensa necessidade de fazê-lo, até que em uma noite invoca um dragão muito antigo e perigoso chamado
Kozu, e essa invocação causou uma desgraça imensa nos arredores do reino e transformou-a
em uma jovem amargurada, que por ter sido queimada pelo fogo de tal dragão,
passou a evitar o contato físico com as pessoas; depois do ocorrido, a garota
ganhou o título de Iskari, nome que carrega uma história pesada, assim como sua
própria alma corrompida. Toda essa sede de vingança e ódio mantém e sua missão constante
de caçar dragões e agradar seu pai.
"Os heróis antigos eram chamados de namsara em homenagem ao amado deus. Mas sua filha seria iskari - como a deusa letal."