Autora: Sarah Jio
Título original: The Last Camellia
Editora: Novo Conceito
Ano: 2017
Páginas: 374
Sinopse: Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, o último espécime de uma camélia rara, a Middlebury Pink, esconde mentiras e segredos em uma afastada propriedade rural inglesa. Flora, uma jovem americana, é contratada por um misterioso homem para se infiltrar na Mansão Livingston e conseguir a flor cobiçada. Sua busca é iluminada por um amor e ameaçada pela descoberta de uma série de crimes. Mais de meio século depois, a paisagista Addison passa a morar na mansão, agora de propriedade da família do marido dela. A paixão por mistérios é alimentada por um jardim de encantadoras camélias e um velho livro. No entanto, as páginas desse livro insinuam atos obscuros, engenhosamente escondidos. Se o perigo com o qual uma vez Flora fora confrontada continua vivo, será que Addison vai compartilhar do mesmo destino?
Em 1803 a rainha da Inglaterra decreta uma verdadeira caça à
uma camélia em específico que foi supostamente tirada de seu jardim particular.
Essa camélia é de uma espécie muito rara, sendo assim muito valiosa. Middlebury
Pink, esse é o nome da camélia, a mais cobiçada entre botânicos e traficantes
de flores. Histórias contam que na Mansão Livingston possui em suas terras o
último exemplar da espécie. Oscilando entre passado e presente A última camélia
conta a história de duas mulheres e como elas estão envolvidas com o misterioso
destino da flor.
Em 1940 somos apresentados à Flora, uma jovem filha de
padeiros que sonha em ser botânica. Sem sua ajuda a padaria doa pais já teria
falido, mas nem mesmo todos os seus esforços poderão adiar o inevitável. Seu
último sacrifício para salvar o negócio da família é aceitar do Sr. Philip
Price um emprego no Jardim Botânico de Londres, pelo menos foi isso que ela fez
os pais acreditarem. Na verdade o Sr. Price a convenceu a aceitar um emprego de
babá na Mansão Livingston, mas seu verdadeiro objetivo será descobrir onde a Middlebury
Pink está escondida na mansão.
“No entanto a árvore não floriu. Nem no primeiro, nem no segundo, nem no terceiro, nem no quarto ano. E, quando completou dez anos, a mulher perdeu a esperança de vez."

