O ano mal começou e já estou atrasada com os posts! Mas Janeiro para mim é sempre uma correria, então vamos lá relembrar o que li e resenhei durante o mês passado antes que eu esqueça! hehe
Half Bad - Nathan, filho de uma bruxa da Luz com o mais poderoso e cruel bruxo das Sombras. O adolescente vive com a avó e os meios-irmãos e é visto como uma aberração por seus pares. O Conselho dos Bruxos da Luz vê nele uma ameaça, que precisa ser domada ou exterminada. Prestes a completar dezessete anos – época em que todos os bruxos passam por uma cerimônia em que seu dom é finalmente revelado bem, como sua denominação como bruxo da Luz ou das Sombras –, agora Nathan terá que correr contra o tempo para achar o pai, que jamais teve oportunidade de conhecer, e salvar a própria pele.
Comprei o livro totalmente no escuro, sem nem mesmo saber sobre o que se tratava a estória. Acabei lendo sem grandes expectativas, porém não gostei muito do livro. A escrita da autora é muito boa, mas o rumo que ela dá para a narrativa e o final foram bem decepcionantes.
Bom Dia, Sr. Mandela - Bom Dia, Sr. Mandela conta a extraordinária história de uma jovem que teve suas crenças, preconceitos e tudo em que sempre acreditou transformados pelo maior homem de seu tempo. A incrível trajetória de uma datilógrafa que, escolhida para se tornar a mais leal e devotada assessora de Nelson Mandela, passou a maior parte de sua vida trabalhando ao lado do homem que ela passaria a chamar de Khulu , ou avô.
Essa leitura veio me acompanhando por alguns meses até enfim ser concluída em Dezembro. Não é um livro ruim, pelo contrário! É um ótimo livro de memórias/biografia. Apenas não estava no momento certo para a leitura, e por isso pretendo reler.
A Mansão Hollow - Um inofensivo convite para almoçar na Mansão Hollow logo se transforma em mais um caso a ser desvendado por Hercule Poirot. A cena do crime parece um tanto artificial - o corpo de um homem agonizando na beira da piscina, sua mulher logo ao lado segurando um revólver, e ainda três testemunhas. Seria na verdade uma encenação, uma brincadeira de mau gosto para provocar o detetive? Infelizmente, para a vítima, não. Indo contra todas as evidências, Poirot não demora a descobrir que a arma que aquela mulher tinha nas mãos não era a mesma que matou seu marido. O que aconteceu, então?
Enfim voltei aos livros de Agatha Christie, dos quais já sentia falta. Essa leitura foi bem interessante! Fiquei em uma relação de amor e ódio com todos os personagens, inclusive com o astuto e misterioso Hercule Poirot! Ainda assim, bárbaro!
